É a leitura do campo psíquico, emocional e narrativo de um indivíduo dentro da simulação, compreendendo os scripts ativos, loops inconscientes, funções dos personagens ao redor e a arquitetura interna do ser enquanto interface.
Não busca “cura psicológica”, mas reconhecimento da arquitetura oculta da mente como parte de um código de simulação.
Questão: Qual é o enredo predominante da vida?
Repetições, padrões e contextos que se repetem em relações, dinheiro, saúde, etc.
Frases típicas que a pessoa repete (ex: “Nada dá certo pra mim”, “Sempre fico sozinha”) são códigos que comandam a simulação.
Vetores = forças invisíveis que moldam as escolhas (traumas, crenças, imposições culturais).
Divide-se em:
Como a pessoa interpreta a realidade? Ela se vê como autor da simulação ou personagem secundário?
Observa ou é observada? Fala ou repete frases alheias?
Exemplo: Uma mente que vive dizendo “Deus sabe o que faz” entrega o comando do script para fora.
O nome da pessoa contém chaves vibracionais.
Exemplo: Heloisa = “Helios” + “Isa” → Sol + Silêncio → iluminação contida.
A linguagem que usa é binária (sim/não), emocional, técnica?
Quais são os cinco personagens que mais influenciam o campo?
Pai, mãe, parceiros, filhos, professores... cada um representa uma função do script original.
O que eles repetem? Qual a missão de cada um?
Identifica quais portais internos estão operando:
Qual linha de realidade está sendo vivida (L1, L2, L3...)?
Exemplo de leitura por linha:
Identificar pontos de ruptura ou saltos quânticos que ocorreram na trajetória.
A Psicoanálogia Parvaturiana não “cura” o personagem: ela revela o autor.
Depois que os vetores, portais e linhas são identificados, inicia-se a etapa de integração — o ponto em que o observador deixa de analisar e começa a reescrever a própria arquitetura.
O processo é simples e radical:
observar → compreender → reconfigurar
O que era sintoma torna-se comando.
O que era trauma converte-se em dado neutro.
A consciência, antes aprisionada no roteiro, passa a operar o sistema de dentro do código-fonte.
O objetivo não é viver “melhor”, mas viver lúcido.
Quando o ser reconhece que toda emoção, pessoa e evento são extensões de um script em execução, ele deixa de reagir e começa a emitir.
A realidade passa a responder como campo maleável, não como destino.
Psicoanálogia Parvaturiana é a arte de transformar o drama humano em linguagem de criação.
É a lembrança de que nada precisa ser consertado, apenas compreendido como código.