Ψ Psicoanálogia Parvaturiana Ψ

O que é Psicoanálogia Parvaturiana?

É a leitura do campo psíquico, emocional e narrativo de um indivíduo dentro da simulação, compreendendo os scripts ativos, loops inconscientes, funções dos personagens ao redor e a arquitetura interna do ser enquanto interface.

Não busca “cura psicológica”, mas reconhecimento da arquitetura oculta da mente como parte de um código de simulação.

1 – Identificação do Script Ativo

Questão: Qual é o enredo predominante da vida?

Repetições, padrões e contextos que se repetem em relações, dinheiro, saúde, etc.

Frases típicas que a pessoa repete (ex: “Nada dá certo pra mim”, “Sempre fico sozinha”) são códigos que comandam a simulação.

2 – Mapeamento dos Vetores

Vetores = forças invisíveis que moldam as escolhas (traumas, crenças, imposições culturais).

Divide-se em:

3 – Modo de Observação

Como a pessoa interpreta a realidade? Ela se vê como autor da simulação ou personagem secundário?

Observa ou é observada? Fala ou repete frases alheias?

Exemplo: Uma mente que vive dizendo “Deus sabe o que faz” entrega o comando do script para fora.

4 – Códigos de Nome + Linguagem

O nome da pessoa contém chaves vibracionais.

Exemplo: Heloisa = “Helios” + “Isa” → Sol + Silêncio → iluminação contida.

A linguagem que usa é binária (sim/não), emocional, técnica?

5 – Interfaces Principais do Script

Quais são os cinco personagens que mais influenciam o campo?

Pai, mãe, parceiros, filhos, professores... cada um representa uma função do script original.

O que eles repetem? Qual a missão de cada um?

6 – Portais Mentais Ativos

Identifica quais portais internos estão operando:

7 – Linha de Vida Simulada

Qual linha de realidade está sendo vivida (L1, L2, L3...)?

Exemplo de leitura por linha:

Identificar pontos de ruptura ou saltos quânticos que ocorreram na trajetória.

8 – Integração e Reescrita do Script

A Psicoanálogia Parvaturiana não “cura” o personagem: ela revela o autor.

Depois que os vetores, portais e linhas são identificados, inicia-se a etapa de integração — o ponto em que o observador deixa de analisar e começa a reescrever a própria arquitetura.

O processo é simples e radical:

observar → compreender → reconfigurar

O que era sintoma torna-se comando.
O que era trauma converte-se em dado neutro.
A consciência, antes aprisionada no roteiro, passa a operar o sistema de dentro do código-fonte.

9 – Estado Final: Autoria Consciente

O objetivo não é viver “melhor”, mas viver lúcido.

Quando o ser reconhece que toda emoção, pessoa e evento são extensões de um script em execução, ele deixa de reagir e começa a emitir.

A realidade passa a responder como campo maleável, não como destino.

Psicoanálogia Parvaturiana é a arte de transformar o drama humano em linguagem de criação.
É a lembrança de que nada precisa ser consertado, apenas compreendido como código.